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quarta-feira, 12 de março de 2014

Obesidade felina: solução passa por refeições mais pequenas e mais frequentes

A obesidade em felinos está relacionada com o consumo de alimentos em excesso e com a falta de exercício físico. De acordo com um estudo agora publicado, o consumo de refeições mais pequenas e mais frequentemente pode ajudar a combater esta doença em felinos.




De acordo com os cientistas da Universidade de Illinois, aumentar a frequência das refeições destes animais pode ajudar a aumentar a atividade física. A ideia é alimentar os gatos com a quantidade de alimentos apropriada para a manutenção de um peso saudável, mas dividida em vários momentos do dia.

Para chegarem as estas conclusões, os investigadores avaliaram a atividade física de vários gatos entre as refeições. Na primeira experiência, os gatos foram divididos em quatro salas e em cada uma os gatos foram alimentados quatro vezes, duas vezes, uma vez e um número aleatório de vezes por dia. A quantidade de alimentos dados aos animais em cada uma das salas foi idêntica, apenas variando a frequência da alimentação.

Na segunda experiência, os gatos foram divididos em duas salas e foram alimentados duas vezes por dia, bebendo água uma hora antes de cada refeição. Os gatos só eram fechados individualmente durante as refeições e durante o resto do dia tiveram uma interação limitada com pessoas.

Na primeira experiência, os investigadores observaram que os animais eram mais ativos antes das refeições, especialmente os gatos que foram alimentados quatro vezes por dia e aqueles que tomaram um número aleatório de refeições. “Se sabem que vão ser alimentados é quando se tornam bastante ativos, porque conseguem antecipar”, revelam os cientistas.

Os gatos demonstraram ser ainda mais ativos na segunda experiencia, em que bebiam água antes das refeições, mas neste grupo o pico de atividade física ocorreu depois das refeições.

Fonte: http://www.veterinaria-atual.pt/news.aspx?menuid=67&eid=8703&bl=1&page=2

quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

12 Ideias de Casotas para o Teu Gato

Cada gato merece algo único e de acordo com a sua personalidade e "estilo"! Apresentamos algumas sugestões de casotas que muito facilmente se enquadrarão na decoração da tua casa e que farão com que ele possa passar bons serões a ronronar :) 

Uma casa discreta de estilo rústico que fará o teu gato sentir-se como um verdadeiro caçador. 
Feita de cartão porquê não meter as mãos à obra aproveitando um fim-de-semana para uns momentos de bricolage e fazer um pequeno palacete para o "piqueno"?! :P









Uma cabana artesanal em deck que pode ser colocada em qualquer parte da tua casa e que com toda a certeza será à prova de todos os ataques da pequena peste.
Devido ao seu material podes até colocar na varanda ou no quintal sem o risco de se estragar com a chuva ou o sol.



Para gatos e donos mais modernos apresentamos o must-have das casas para gatos.
Aqui a imaginação pode voar e o padrão da casa pode ser o mais variado possível.









Para aqueles que têm mais de que um gato e que não dispõem de muito espaço em casa para uma casota individual para cada um, aqui está uma opção, um condomínio.
Permite também que se decore um pouco o seu espaço exterior dando um visual mais interessante e alegre.










Eis a opção que mais me agrada, redondinha e de cores vibrantes.
Facilmente adaptável a qualquer casa de estilo mais moderno.









Mais uma opção que pode ser construída em casa por nós próprios e a um preço bastante baixo.












Uma casota mais futurista. Alia o conforto da cama almofadada à elevação de altura que os gatos tanto gostam.
A parte superior é amovível permitindo um outro formato.




Para gatos mais radicais e destemidos! 
Esta casota para além de ter uma divertida forma de apresentação é também dotada de um sistema de "auto-limpeza" que absorve os odores indesejados.






Depois deste formato de cadeira para donos chega agora uma versão mini para gatos.












De linhas mais direitas, esta pequena casota cabe em qualquer espacinho passando despercebida facilmente.








O sonho de qualquer felino, é cama, é brinquedo é arranhador. O verdadeiro el-dourado.










Se o teu gato é daqueles que adora um local de descanso bem escondidinho, esta é a melhor e mais aconchegante opção.
Para além que ainda pode brincar contigo e com outros gatos ao esconde-esconde.








Espero sinceramente que tenhas encontrado uma solução que te agradasse para teres o teu gato ;)

Fonte: http://diply.com/different-solutions/12-modern-homes-cool-cats/8807

segunda-feira, 7 de outubro de 2013

Colonel Meow : o gato sensação da internet

Colonel Meow (“Coronel Miau”, em tradução livre), um gato arraçado de Himalaio e Persa de dois anos, acaba de ser distinguido pelo Guiness World Record como o felino com o pelo mais longo do mundo: cerca de 22,87 centímetros.
Os donos, Anne Marie Avey e Eric Rosario, vão promover uma festa hoje em Los Angeles (EUA) para celebrar o título.
Segundo o jornal britânico “Mirror”, Colonel Meow tornou-se mundialmente famoso graças às fotografias publicadas na Internet onde mostra o seu amor pelo whisky escocês ou o seu ódio pelas aves.




O seu canal de vídeos no Youtube tem mais de 1,3 milhões de visitas e a página no Facebook cerca de 180 mil seguidores.




“A casa está sempre cheia de pelo, incluindo nós”, contou ao jornal Anne Marie Avey. “Parece que estou sempre a aspirar”.

domingo, 6 de outubro de 2013

Como brincar com o seu gato?

Como já tínhamos referido na publicação anterior, brincar com o gato traz imensos benefícios. Além de ser um estímulo mental, o exercício tonifica os músculos e tendões, melhorando a circulação e o tónus muscular. Brincar também ajuda a estabelecer laços entre a pessoa e o gato, criando confiança e afecto, e pode funcionar como terapia para um gato tímido e retraído, ao dar-lhe confiança e aliviar o nervosismo de uma visita ao veterinário.

Para tirar o máximo partido das brincadeiras com o seu gato, siga as seguintes sugestões:

  • Com que frequência?
Brinque duas a três vezes por dia, 10 a 15 minutos de cada vez, ou até o gato ficar cansado; depressa perceberá quando ela já não quiser brincar mais, seja porque começa a ignorar a brincadeira e se afasta ou porque se senta a lamber-se.


  • Quando?
Os gatos são frequentemente brincalhões de manhã cedo e a altas horas da noite. Por isso, dez minutos bem passados antes de começar a trabalhar e antes de se ir deitar podem ajudar a promover um sono tranquilo, tanto ao seu gato, quanto a si.


  • O gato tem vontade?
Se o gato começar a correr pela casa, de olhos arregalados, ou a saltitar de um lado para o outro com as pernas rígidas é porque se sente vivaz e pronto para brincar.


  • Sozinho ou consigo?
Joguem em equipa. A maioria dos gatos brinca sozinho  mas também gosta de brincar com os seus donos. É muito mais divertido tentar agarrar um fio (puxado por uma pessoa) ou o dar pancadinhas numa pena (a baloiçar na mão de alguém) do que espicaçar um brinquedo inanimado disfarçado de rato. Não deixe um gato doméstico brincar sempre sozinho. Ele merece bem mais do que isso.


  • O gato está a divertir-se?
Se tiver as pupilas dilatadas ou se estiver a ronronar está a divertir-se. Se começar a rosnar, a guinchar, a bater com a cauda no chão e a levantar as patas com as unhas abertas é altura de parar o jogo.


  • Quem será o vencedor?
Não queira ganhar sempre. Deixe o gato sentir a satisfação de agarrar a pena, a bola ou o novelo de vez em quando ou ele perderá rapidamente o interesse.


  • Qual a disposição dos brinquedos?
Mantenha o interesse nos brinquedos. Arrume-os depois de cada brincadeira e alterne-os para que o gato não perca o interesse. Se deixar um ou dois brinquedos para ele brincar sozinho, nunca deixe pedaços de corda ou de fio que possam ser engolidos e causar grandes danos.


  • Com os gatinhos é diferente?
Os gatos jovens geralmente estão sempre prontos para brincar, enquanto os mais velhos e sedentários não quererão brincar com tanta frequência.


  • Como parar? 
Se quiser parar a sessão comece por abrandar o ritmo de jogo, para diminuir  a excitação do gato, movendo o brinquedo gradualmente mais devagar até que, tal como uma presa na selva, o brinquedo acaba por "morrer".


sábado, 5 de outubro de 2013

E o seu gato, necessita de companhia?

Depende inteiramente do gato gostar ou não de companhia, seja ela humana ou felina. Promover o tipo errado de companhia pode ser cruel, conduzir a comportamentos problemáticos e até destruir a alegria de ter um gato. Se tiver receio de que o seu gato sinta solidão, analise a sua história de vida e preferências individuais, de modo a tomar a decisão certa.


A importância do ambiente

Quando estiver a avaliar a necessidade de companhia do seu gato, tenha em mente o comportamento típico da espécie e a importância do ambiente. Devido À sua natureza autónoma, os gatos dependem mais do seu meio envolvente para se sentirem felizes do que da presença de outros indivíduos. Neste aspecto, diz-se muitas vezes que "os gatos não são pequenos cães". Ao passo que o isolamento e a solidão podem causar desconforto emocional a uma espécie gregária, a maioria dos gatos sente-se mais feliz como "cavaleiro solitário", desde que viva num mundo que as suas necessidades felinas e desejos individuais.

Qual é a sua origem?

Se o seu gato teve um mau começo de vida, é provável que tudo o que não seja uma vida doméstica familiar que envolva poucas pessoas e nenhum outro gato, lhe cause dificuldades. Quando se é gatinho, uma casa caótica, com ruído e actividade constante, em que tenha sido ignorado e tenha tido a necessidade de lutar por refeições regulares ou esconderijos seguros, é quase tão traumatizante como ter tido sociabilização limitada e poucos contactos com pessoas e animais.
Dever ter isto em mente quando estiver a decidir com quem é que o seu gato deverá sociabilizar, especialmente se estiver a ponderar ter mais um gato. Não exija muito dele nem permita que visitantes o tentem forçar a ser "amigável". A atenção imposta, especialmente por parte de pessoas que o felino não conhece bem, pode ser muito enervante para um gato e não deve ser tolerada.

Evite erros...


  • Trabalhar muitas horas ou viajar com frequência não significa que o seu gato se sinta sozinho. Basta garantir que, numa perspectiva felina, a sua casa esteja bem apetrechada, aproveitando as tarefas do dia-a-dia para o entreter.
  • Podemos gostar de estar rodeados de gatos, mas isso não significa que o nosso gato goste de viver com os companheiros felinos que nós escolhemos. O gato pode ser lobo solitário e detestar viver numa casa cheia de gatos.
  • Se o gato estiver habituado a viver com alguém da própria família (a mãe ou um irmão) ou outro gato com quem tenha criado laços, pense bem antes de tentar colmatar esta ausência, se ela acontecer. Tal como no nosso caso, o gato é afectado pela perda e pela mudança de rotina, mas não deve apressar-se a obter um substituto. O gato sentirá a falta deste companheiro em particular e não de outro felino.

Não perca amanhã três ideias fáceis e baratas para enriquecer o ambiente do seu gato.

Fonte: Riccomini, Francesca; Gato feliz, dono feliz. (2013)